Montar um consultório de psicologia envolve mais burocracia do que a maioria dos recém-formados espera — e menos do que a maioria teme. O processo tem etapas definidas, prazos previsíveis e custos que variam principalmente por cidade e especialidade. Este guia percorre cada uma dessas etapas com dados reais, sem atalhos que vão gerar problema lá na frente.

A ordem importa. Algumas decisões, como abrir empresa ou seguir como autônomo, afetam diretamente quanto você vai pagar de imposto nos primeiros anos. Outras, como a escolha do espaço físico, determinam se você consegue garantir o sigilo que a profissão exige. Começamos pela pergunta que quase todo mundo faz primeiro: quanto isso custa.

Quanto custa montar um consultório de psicologia em 2026

Não existe um número único, e desconfie de quem der um. O investimento inicial varia de cerca de R$ 3.000, para quem começa em coworking de saúde e atende como autônomo, a R$ 25.000 para quem monta sala própria, abre empresa e compra testes psicológicos. A diferença não está no que é obrigatório — está no que é escolha.

As faixas abaixo são estimativas de mercado para 2026 e servem para dimensionar o planejamento, não para substituir orçamento. Os itens marcados como taxa oficial mudam por regional e por município: confirme na sua antes de fechar a conta.

Investimento inicial, item a item

ItemFaixaObservação
Anuidade do CRP (pessoa física)R$ 700 a R$ 900Taxa oficial, varia por regional. Obrigatória em todos os cenários
Licença sanitária e inscrição municipalR$ 100 a R$ 600Taxa oficial municipal, varia muito por cidade
Computador ou tabletR$ 2.000 a R$ 5.000Pode aproveitar equipamento que você já tem
Mobiliário (poltronas, mesa, iluminação)R$ 2.500 a R$ 8.000Zero em coworking, que já entrega a sala montada
Tratamento acústicoR$ 800 a R$ 4.000Porta sólida e vedação. Zero em coworking adequado
Abertura de empresa (contador e taxas)R$ 400 a R$ 1.500Dispensável para quem atende como autônomo
Registro da pessoa jurídica no CRPR$ 500 a R$ 1.200Só se abrir empresa. Anuidade da PJ cobrada à parte
Testes psicológicosR$ 0 a R$ 3.000Só para quem faz avaliação psicológica

Combinando esses itens, os três cenários mais comuns ficam assim:

  • Coworking de saúde, como autônomo: R$ 3.000 a R$ 6.500. É o começo de menor risco, porque não imobiliza capital em móveis e obra antes de existir carteira de pacientes.
  • Sala própria alugada, como autônomo: R$ 6.000 a R$ 18.000, dependendo de quanto a sala exige de acústica e mobiliário.
  • Sala própria com empresa aberta e testes: R$ 9.000 a R$ 25.000.

Custo mensal recorrente

O investimento inicial assusta mais, mas é o custo fixo mensal que decide se o consultório se sustenta.

ItemFaixa mensalObservação
Aluguel de sala (meio período)R$ 600 a R$ 2.000Varia por cidade e bairro
Coworking de saúde (cerca de 40h/mês)R$ 400 a R$ 1.200Alternativa ao aluguel, não soma com ele
Sistema de gestão e prontuárioR$ 97 a R$ 147Assinatura mensal, dedutível no livro-caixa
ContadorR$ 250 a R$ 600Só para quem tem empresa
Internet, energia e limpezaR$ 150 a R$ 400Rateado, em sala compartilhada
Anuidade do CRP diluídaR$ 60 a R$ 75Equivalente mensal da anuidade anual

Na prática, o custo fixo de um consultório individual fica entre R$ 1.000 e R$ 4.400 por mês. Autônomo em coworking costuma ficar na base da faixa; sala própria com empresa aberta, no topo.

Quantas sessões pagam o custo fixo

Essa é a conta que importa mais do que o total investido. Usando o limite inferior da tabela de referência de honorários para psicoterapia individual, R$ 235,34 por sessão:

  • Custo fixo de R$ 1.500/mês: 7 sessões por mês cobrem a operação.
  • Custo fixo de R$ 2.500/mês: 11 sessões por mês.
  • Custo fixo de R$ 4.000/mês: 17 sessões por mês.

Para dimensionar: um paciente semanal em atendimento contínuo gera cerca de 4 sessões por mês. Dois pacientes fixos, portanto, já cobrem um consultório enxuto em coworking. É uma das razões pelas quais começar em coworking costuma fazer mais sentido do que assinar contrato de sala antes de ter agenda formada.

Registro no CRP: o primeiro passo, sem exceção

Antes de atender qualquer paciente, você precisa estar registrado no Conselho Regional de Psicologia do seu estado. Exercer a profissão sem registro é infração ética e pode resultar em cassação do direito de exercício. O CRP funciona por regionais: o CRP-06 cobre São Paulo, o CRP-05 o Rio de Janeiro, e assim por diante. Cada um tem seu próprio sistema de atendimento, mas o processo é padrão em todo o país.

Para o primeiro registro, você vai precisar de diploma ou declaração de conclusão de curso (original e cópia), histórico escolar, documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência) e comprovante de pagamento da anuidade. O prazo de análise varia entre 30 e 60 dias dependendo da regional. A anuidade para psicólogos pessoa física está na faixa de R$ 700 a R$ 900 por ano, dependendo do CRP. Consulte o site da sua regional para o valor atualizado.

Registro como pessoa jurídica

Se você abrir empresa, vai precisar também do registro da pessoa jurídica no CRP. Esse é um processo separado do registro individual e exige que todos os sócios psicólogos já estejam registrados como PF. Algumas regionais fazem esse registro com agilidade; outras levam de 30 a 90 dias. Planeje com folga antes de anunciar qualquer serviço da empresa.

CNPJ, MEI ou autônomo: a decisão que mais impacta seu bolso

Psicólogos podem trabalhar como autônomos (CPF, sem empresa), como MEI ou como pessoa jurídica com CNPJ numa das modalidades tributárias disponíveis. Cada formato tem vantagens e limitações concretas — não existe resposta universal.

Como autônomo, você emite recibo de autônomo, paga INSS de 20% sobre o que receber (ou 11% se contribuir pelo carnê como segurado facultativo) e inclui a renda no IR pelo Carnê-Leão. É o formato mais simples, mas o mais caro em termos de encargos totais. Funciona bem para quem está começando com poucos pacientes e quer testar o mercado antes de formalizar.

O MEI tem uma restrição importante: psicologia não está na lista de atividades permitidas para MEI. Você não pode se registrar como MEI para atender pacientes. Esse é um erro comum e vale reforçar.

A alternativa mais usada por quem atende acima de oito a dez pacientes por semana é abrir uma empresa no Simples Nacional. Para psicólogos, os dois veículos atuais são a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), que dispensa sócio, e a Sociedade Simples, quando há mais de um profissional. A EIRELI saiu de cena: foi extinta pela Lei 14.195/2021 e as que existiam foram convertidas automaticamente em SLU, então desconsidere qualquer orçamento ou tutorial que ainda a ofereça. No Simples Nacional, a alíquota efetiva para serviços profissionais começa em torno de 6% e sobe conforme o faturamento anual. Para quem fatura até R$ 180 mil por ano, a economia em relação ao autônomo é expressiva. Consulte um contador especializado em profissionais de saúde — esse investimento se paga rápido.

Espaço físico: o que o CFP exige de verdade

Aqui vale desfazer uma confusão comum, repetida em muitos guias: não existe uma resolução do CFP com uma planta ou uma checklist física do consultório. O que a Resolução CFP nº 010/2000 estabelece, no art. 2º, inciso V, é o dever de “garantir a privacidade das informações da pessoa atendida, o sigilo e a qualidade dos atendimentos”. É desse dever — e do sigilo profissional previsto no Código de Ética — que decorre a exigência prática de isolamento acústico. Os requisitos físicos objetivos (área, ventilação, instalações, acessibilidade) vêm da vigilância sanitária do seu município, e é por isso que a resposta muda de cidade para cidade.

A mesma Resolução CFP nº 010/2000 traz, no art. 2º, inciso VII, uma exigência concreta que quase ninguém cumpre: manter no local de atendimento um exemplar do Código de Ética Profissional do Psicólogo disponível para consulta da pessoa atendida. É barato de resolver e aparece em fiscalização.

Na prática, o que você precisa garantir é: privacidade visual e acústica, iluminação adequada (natural ou artificial, sem ofuscamento), ventilação e espaço suficiente para o atendimento com dignidade. Não há metragem mínima nacional — nem no CFP, nem em norma única de vigilância. O teste que importa é funcional: duas pessoas conversam sentadas sem que uma terceira, do lado de fora, entenda o conteúdo. Se o seu município exigir metragem para emitir a licença sanitária, essa exigência é local; consulte a vigilância antes de assinar contrato de locação.

Além da sala em si, há três providências burocráticas que costumam passar despercebidas: inscrição municipal para recolher o ISSQN, cadastro na vigilância sanitária do município, e, se você abrir empresa, o registro da pessoa jurídica no CRP, exigido pela Resolução CFP nº 003/2007 — registro separado do seu, e sem o qual a PJ não funciona regularmente. Detalhamos a parte sanitária em alvará sanitário para consultório de psicologia.

Privacidade acústica na prática

Esse é o ponto onde mais consultórios falham. Paredes simples de gesso sem tratamento acústico deixam passar conversa. O mínimo funcional é uma porta sólida com vedação adequada e, se necessário, um som ambiente no corredor externo (white noise ou música). Sublocar salas em coworkings de saúde já configurados para isso resolve o problema sem obra.

Coworking de saúde vs. sala própria

Para quem está começando, alugar horas em um coworking de saúde costuma fazer mais sentido do que assinar um contrato de locação de sala fixa. Você paga pelo tempo que usa, o espaço já atende os requisitos do CFP, e não compromete capital com mobiliário e reforma antes de ter carteira de pacientes consolidada. A ressalva é que você não pode exibir o endereço como sede do consultório sem verificar as regras do espaço.

Equipamentos e materiais básicos

O consultório de psicologia tem uma das listas de equipamento mais enxutas entre as profissões de saúde. O básico funcional cabe em menos de R$ 5.000 para quem já tem o espaço.

Para o ambiente, você vai precisar de cadeiras ou poltrona e sofá confortáveis (a escolha depende da sua abordagem clínica), mesa ou escrivaninha, iluminação regulável, e algum tipo de isolamento acústico. Para registros e gestão, um computador ou tablet com acesso à internet e um sistema de prontuário eletrônico. Para testes psicológicos, os instrumentos variam por especialidade e só podem ser adquiridos por psicólogos registrados, diretamente de distribuidores credenciados.

  • Cadeiras ou conjunto sofá/poltrona para atendimento
  • Mesa e cadeira de trabalho
  • Computador ou tablet
  • Impressora (para documentos e laudos, quando necessário)
  • Caixinha de som ou dispositivo para white noise externo
  • Materiais de papelaria para crianças (se for atender esse público)
  • Testes psicológicos conforme sua área de atuação

Como definir o valor da sua sessão

Não existe tabela obrigatória para psicólogos que atendem de forma particular. O CFP não fixa honorários mínimos. O preço é definido pelo mercado local, pela especialidade e pelo perfil do público que você quer atender.

A referência mais usada pelo mercado é a Tabela de Referência Nacional de Honorários dos Psicólogos, calculada pelo Dieese a pedido da Fenapsi e divulgada em conjunto com o CFP. Ela é indicativa e não tem força de lei: serve de parâmetro, não de piso obrigatório. Na versão com vigência a partir de 1º de julho de 2026, atualizada pelo INPC-IBGE, a psicoterapia individual aparece assim:

ServiçoLimite inferiorMédiaLimite superior
Psicoterapia individualR$ 235,34R$ 340,74R$ 403,45
Psicoterapia em casalR$ 268,97R$ 367,00R$ 537,96
Psicoterapia familiarR$ 268,97R$ 429,68R$ 537,96
Psicoterapia em grupoR$ 195,02R$ 312,68R$ 403,45

O mercado real fica frequentemente abaixo da tabela. No interior de estados menores, sessões entre R$ 90 e R$ 150 são comuns. Em capitais como São Paulo, Rio e Brasília, profissionais com pós-graduação e anos de experiência praticam valores acima do limite superior da tabela. Use a referência para não se subprecificar por desinformação, não como promessa do que o seu bairro paga.

As variáveis que mais pesam: cidade e bairro (o mercado local dita o teto), especialidade, seu nível de formação, e se você aceita convênio. Convênios pagam em média de R$ 40 a R$ 80 por sessão dependendo da operadora — menos da metade do particular. Muitos psicólogos trabalham com uma mistura: maioria particular, alguns slots para convênio ou atendimento social.

Sistema de gestão e prontuário: por que papel trava o crescimento

Ao atender os primeiros pacientes, a planilha e o caderno parecem suficientes. O problema aparece quando você chega a 20, 30 pacientes simultâneos: agenda com conflitos, prontuários físicos que não podem ser acessados remotamente, financeiro que você recalcula toda semana e ainda assim erra, e zero rastreabilidade em caso de auditoria ou processo ético.

Além da ineficiência operacional, existe um problema legal. A Resolução CFP nº 001/2009 obriga o registro documental de todo atendimento e, no art. 4º, fixa a guarda mínima de 5 anos a contar do encerramento. Manter isso em papel ou planilha sem backup estruturado é risco real: prontuário perdido em incêndio, mudança ou HD queimado não tem como ser reconstituído, e a responsabilidade pela guarda é sua.

Um sistema de gestão específico para psicólogos resolve agenda (sem conflitos, com confirmação automática), prontuário eletrônico com histórico de sessões, controle financeiro com recorrência e inadimplência, e armazenamento seguro com backup. O custo de um sistema desse tipo, como o AgilizaPSI, está na faixa de R$ 97 a R$ 147 por mês — o equivalente a uma sessão particular.

LGPD no consultório: o que você precisa fazer de verdade

A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) se aplica ao consultório de psicologia. Prontuários, gravações de sessão e qualquer dado de saúde do paciente são classificados como dados sensíveis, com proteção reforçada.

Na prática, você precisa de três coisas: um termo de consentimento informado que o paciente assina antes de começar o atendimento, uma política clara sobre gravação de sessões com consentimento explícito para esse fim específico, e armazenamento seguro dos dados. Gravar uma sessão sem consentimento explícito do paciente não é apenas violação de LGPD — é potencial infração ética.

O sigilo profissional do psicólogo, regulado pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP n° 010/2005), é mais restritivo que a LGPD em vários pontos. Onde houver conflito, prevalece a norma mais protetiva para o paciente. Em caso de dúvida sobre compartilhamento de informações com planos de saúde, laudos judiciais ou pedidos de terceiros, consulte o CRP da sua regional antes de agir.

Divulgação e captação de pacientes: o que o CFP permite

A regra da divulgação profissional está no art. 20 do Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP nº 010/2005). Vale corrigir aqui um erro que circula bastante, e que este próprio artigo trazia até esta atualização: a Resolução CFP nº 006/2019 não trata de publicidade — ela institui regras para a elaboração de documentos escritos (laudos, relatórios, declarações, atestados e pareceres).

O art. 20 lista o que você deve fazer ao promover publicamente seus serviços: informar nome completo, o CRP e o número de registro (alínea “a”); citar apenas títulos e qualificações que realmente possua (alínea “b”); e divulgar somente técnicas e práticas reconhecidas ou regulamentadas pela profissão (alínea “c”). E lista o que não pode:

  • Usar o preço como propaganda (alínea “d”). Essa é a mais violada e a menos conhecida: anúncio de promoção, desconto ou “primeira sessão grátis” entra aqui.
  • Fazer previsão taxativa de resultados (alínea “e”). É o caso de “livre-se da ansiedade em 8 sessões”.
  • Fazer autopromoção em detrimento de outros profissionais (alínea “f”), o que inclui propaganda comparativa.
  • Propor atividades privativas de outras categorias (alínea “g”).
  • Fazer divulgação sensacionalista das atividades profissionais (alínea “h”).

Dentro disso, você pode divulgar serviços em redes sociais, ter site profissional, produzir conteúdo educativo e especificar áreas de atuação. Depoimento de paciente é caso à parte: o art. 20 não o proíbe com todas as letras, mas ele esbarra no sigilo profissional e, quando sugere resultado garantido, na alínea “e”. Tratamos o tema em depoimento de paciente na divulgação do psicólogo.

Conteúdo psicoeducativo é a estratégia que mais funciona dentro das regras: vídeos curtos sobre temas de saúde mental, textos que explicam abordagens terapêuticas, publicações que desmistificam o processo de psicoterapia. Instagram e YouTube têm sido os canais mais produtivos para psicólogos com consultório particular — não pelo volume de seguidores, mas pela qualidade dos pacientes que chegam já informados sobre o trabalho do profissional.

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Perguntas frequentes

Psicólogo pode ser MEI?

Não. Psicologia é profissão regulamentada com conselho próprio, e profissões regulamentadas estão fora do MEI. Para formalizar como pessoa jurídica, as opções atuais são a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) ou a Sociedade Simples, normalmente no Simples Nacional. A EIRELI não é mais alternativa: foi extinta pela Lei 14.195/2021.

Qual o tamanho mínimo de sala para consultório de psicologia?

Não existe metragem mínima fixada pelo CFP. A Resolução CFP nº 010/2000 exige, no art. 2º, inciso V, garantir a privacidade das informações, o sigilo e a qualidade do atendimento — daí decorre a exigência prática de isolamento acústico. Requisitos físicos objetivos, como área e ventilação, vêm da vigilância sanitária do seu município e variam de cidade para cidade.

É obrigatório ter CNPJ para abrir consultório?

Não. Psicólogos podem atender como autônomos, usando CPF. O CNPJ é uma escolha tributária. Para quem tem mais de dez pacientes por semana, o Simples Nacional costuma resultar em menor carga tributária total.

Psicólogo pode fazer propaganda nas redes sociais?

Sim. A regra está no art. 20 do Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP nº 010/2005), e não na Resolução 006/2019, que trata de documentos escritos. Você deve informar nome completo, CRP e número de registro, e citar apenas títulos que possua. O art. 20 veda previsão taxativa de resultados, uso do preço como propaganda, autopromoção em detrimento de outros profissionais e divulgação sensacionalista.

Quanto custa montar um consultório de psicologia?

Entre cerca de R$ 3.000 e R$ 25.000 em 2026, dependendo do cenário. Começar em coworking de saúde como autônomo fica na faixa de R$ 3.000 a R$ 6.500, porque a sala já vem montada. Sala própria alugada sobe para R$ 6.000 a R$ 18.000 com mobiliário e acústica. Com empresa aberta e testes psicológicos, chega a R$ 25.000. O custo fixo mensal costuma ficar entre R$ 1.000 e R$ 4.400.

Veja também: Prontuário eletrônico na psicologia · LGPD para psicólogos · Quanto cobrar por sessão de psicologia